A física diz; é preciso que haja um observador, pois parte do principio que precisa que haja uma causa para gera um efeito, uma nova visão a ser defendida diz; é preciso de Deus esteja na equação, pois tudo se origina Dele. Se tudo se originou com o “big bang”, ou seja, a grande explosão, que parte do principio de Friedmann que o universo se expande. Ótimo, mas quem o promoveu! A Idéia do acaso já não nos satisfaz, pois hoje a ciência tem autonomia para isso, e já não anda sob o julgo das religiões cerceadoras.
Os verdadeiros observadores quânticos, não são seres que tramitem e que recebem passivamente. Dispensados do trabalho da simples observação e da pesquisa, por não renunciarem ao raciocínio e ao livre arbítrio, por que não lhe é interdito o exame, mas, ao contrario, recomendado, visto que o conhecimento, não é completo, e nem foi imposto às cegas; porque é deduzida pelo trabalho do homem, da observação dos fatos, instruções que se estuda, comenta, compara, a fim de tira ele próprio às ilações e aplicações necessárias.
Livre arbítrio
Porque não dizer, nem livre arbítrio, nem determinismo absolutos, mas, liberdade condicionada. O espírito, no ato de renascer, fixa, a títulos de expiação, de prova e aperfeiçoamento espiritual, os acontecimentos capitais da existência terrena (acontecimento que se apagam da memória fisiológica, ao franquear a vida, mas ficariam registrados no subconsciente para daí emergirem e se definirem graças a um processo análogo ao das sugestões pós-hipinoticas). Nesse contexto o que é direito de escolha entre o que é certo e o errado, parece agora condicionado a um estagio infantil na evolução humana. Esse estágio se faz necessário dado à gradação da consciência do homem, aquele que escolhe, testa e experimenta, o faz por não possuir ainda o conhecimento ideal, ou seja, quando o ser humano alcançar um patamar melhor de entendimento não precisará escolher o mau ou o errado.
Se quiser ouvir a verdade fique a vontade!
BY Nina Maluf
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